quinta-feira, junho 04, 2015

Fibra lamentosa



A madeira chora
a madeira vibra
a madeira cobra
a envergadura da fibra

Lágrimas de humo
lágrimas sem rumo

Dádivas de perfume e incenso 
a cada broto penso 

Às cascas,
às fibras
resta o premio do abraço

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Promessas

Enquanto houver seiva,  a flor Enquanto houver saliva,  a palavra  Enquanto houver sentido,  o verso